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28.12.2012 - A história dos próximos 50 anos da Eletrobras começa em 2013
Fonte: Assessoria de Comunicação da Eletrobras

A Eletrobras termina 2012, ano em que completou seu cinquentenário, olhando para o futuro. No ano que vem, a empresa prevê a entrada em operação das usinas hidrelétricas Jirau (3.750 MW, RO), Simplício (333,7 MW, RJ), Batalha (52,5 MW, GO) e São Domingos (48 MW, MS), bem como da PCH João Borges (19,5 MW, SC). Esses empreendimentos — assim como Angra 3, Santo Antônio e Belo Monte — tiveram um grande impulso em 2012, quando a Eletrobras realizou cerca de 85% de seu orçamento de cerca de R$ 13 bilhões, o maior índice desde o ano 2000 e 11 pontos percentuais acima do desempenho de 2011. No próximo ano, o orçamento será da ordem de R$ 13,7 bilhões.

Além dos empreendimentos hidrelétricos, 2013 promete ser pródigo para os projetos da Eletrobras na área de energias renováveis. Os complexos eólicos Livramento (78 MW, RS), Miassaba 3 (68,5 MW, RN), Rei dos Ventos 1 e 3 (118,6 MW, RN), Casa Nova (180 MW, BA), Pedra Branca (30 MW, BA), São Pedro do Lago (30 MW, BA) e Sete Gameleiras (30 MW, BA) começarão a operar ano que vem. Além disso, está prevista a inauguração da primeira planta solar das empresas Eletrobras – o projeto Megawatt Solar, da Eletrobras Eletrosul –, que vai gerar 1 MW usando placas solares no terraço do prédio ocupado pela empresa, em Florianópolis.

O ano de 2012, para a Eletrobras, marcou a comemoração de seus 50 anos, completados em 11 de junho. O ponto alto ocorreu uma semana depois dessa data — em 18 de junho –, quando foi realizada a solenidade oficial em homenagem ao cinquentenário, contando com as presenças do vice-presidente da República, Michel Temer, representando a presidenta Dilma Rousseff, do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, e do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, entre outras autoridades. No mesmo dia, nos Arcos da Lapa, a empresa promoveu um show de videomapping que iluminou todo o monumento histórico com luzes e imagens, projetadas durante dez minutos, mostrando a importância da energia na vida da sociedade. Ainda no dia 18, foi lançado o projeto “Luz na Cidade”, patrocinado pela Eletrobras, que destacou com iluminação especial diversas estátuas, monumentos e prédios públicos, localizados principalmente no Centro do Rio de Janeiro.

Investimento forte
Na área de geração, o ano de 2012 foi muito bom para as empresas Eletrobras. Entraram em operação as nove primeiras turbinas da usina Santo Antônio (3.150 MW, RO), com capacidade total de 624,6 MW, a usina Passo São João (77 MW, RS), marcando o retorno da Eletrobras Eletrosul à geração hidrelétrica, as duas primeiras turbinas da usina Mauá (361 MW, PR) e a primeira máquina da PCH Barra do Rio Chapéu (15,2 MW, SC).

A pujança dos investimentos das empresas Eletrobras pôde ser comprovada também nos leilões de linhas de transmissão realizados em março, abril e junho. Juntas, as empresas Eletrobras Chesf, Furnas, Eletrosul e Eletronorte conquistaram seis dos 13 lotes licitados, agregando mais 677 quilômetros de linhas de transmissão e 4.740 MVA ao Sistema Interligado Nacional (SIN), com uma Receita Anual Permitida (RAP) total da ordem de R$ 76 milhões. Em 2012, também foram energizados 955 quilômetros de linhas e, para 2013, a previsão é que entrem em operação mais 9.536 quilômetros de linhas de transmissão e 8.021 MVA, próprios ou em parcerias. Atualmente, estão em construção 13.139,4 quilômetros de linhas, com investimentos de cerca de R$ 10,6 bilhões.
 
Distribuição
Em 2012, as seis distribuidoras da Eletrobras registraram o seu melhor desempenho desde 2009, ratificado pela evolução do desempenho dos indicadores Perdas de Energia, Gestão da Inadimplência, Qualidade do Serviço (DEC e FEC) e ao Custo do Pessoal, Material, Serviço e Outros em relação à Receita Operacional Líquida (PMSO/ROL), resultado do esforço dos colaboradores, da realização de investimentos e do aprimoramento das ferramentas de gestão. Nos negócios de distribuição, a Eletrobras investiu R$ 1 bilhão este ano e já atende a mais de 3,6 milhões de clientes em seis estados.

Diversas ações na distribuição da Eletrobras tiveram destaque em 2012, como a ampliação das redes de distribuição de média, baixa e alta tensão em 345 quilômetros e a realização de 482 mil inspeções e 154 mil regularizações, propiciando a recuperação de 242,7 mil GWh de energia não faturada, que agregaram R$ 126 milhões de receita para as empresas. Além disso, foi iniciada a implantação da usina termelétrica Mauá 3, em Manaus, com potência instalada de 583 MW.

As distribuidoras, que atuam em áreas de baixa densidade demográfica, têm o desafio de fornecer energia elétrica com qualidade para 3,6 milhões de consumidores, cerca de 5% dos consumidores brasileiros, numa área de 2,3 milhões de quilômetros quadrados, que corresponde a 25,8% do território nacional.

Rio+20
A Eletrobras teve papel de destaque durante a Rio+20, realizada no mês de junho, no Rio de Janeiro. A empresa e suas subsidiárias montaram um estande de 1.060 m², no Espaço da Energia, localizado no Parque dos Atletas, na Barra, em frente ao Riocentro, local principal da Rio+20. O espaço foi inaugurado pela presidenta Dilma Rousseff e pelo ministro de Minas e Energia, Edison Lobão.

No estande, entre palestras e maquetes, foram apresentados alguns projetos pioneiros, como o avião que a Eletrobras Chesf desenvolve, em conjunto com o Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA). A aeronave — de três metros de comprimento, pesando 12 quilos e guiada por controle remoto – terá a missão de inspecionar, remotamente, as linhas de transmissão, missão realizada atualmente por meio de helicópteros tripulados, diminuindo custos e evitando o risco de vida dos técnicos envolvidos nas operações de inspeção.

Durante o evento, a Eletrobras assinou documentos visando formar parcerias internacionais que ampliarão sua atuação global. Foram realizadas reuniões de negócios com representantes dos governos da Nigéria e Nicarágua, além de representantes das empresas Endesa Brasil, Enel (Itália) e Eskom (África do Sul). A Eletrobras também assinou memorandos de entendimentos com as empresas UTE (Uruguai) e EDF (França).

Concessões do setor elétrico
Também em 2012, a Eletrobras aderiu aos esforços do governo brasileiro, que, por meio das MPs 579 e 591, vai reduzir a conta de luz para o consumidor final. A empresa aceitou integralmente a proposta de renovação das concessões de geração e transmissão, cujos contratos venceriam entre 2015 e 2017 e que representavam 16 usinas e 56 mil quilômetros de linhas de transmissão. Os valores das indenizações a que a empresa terá direito por ativos ainda não amortizados estão sendo calculados pelo governo, mas a garantia mínima é de recursos da ordem de R$ 14 bilhões, que serão usados para investimentos. A MP 579 criou uma oportunidade para a Eletrobras rever seus custos, tornando-se mais eficiente e buscando ganhos de escala.

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