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22.03.17
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Empreendimentos verdes tornam-se mais necessários
Fonte: Diário do Comércio - 22.03.2017
Minas Gerais - O dia 22 de março foi proclamado em 1992, pela Organização das Nações Unidas (ONU), como o Dia Mundial da Água. Nesses 25 anos, a engenharia e a arquitetura têm se esforçado para criar soluções que privilegiem o consumo responsável e favoreçam o reúso desse recurso natural tão valioso e cada vez mais raro.

Cabe aos profissionais de planejamento e construção não apenas indicar e projetar soluções, como, em muitos casos, apresentar e convencer clientes - sejam pessoas físicas ou jurídicas - da necessidade da construção de empreendimentos cada vez mais responsáveis ambientalmente e, assim, mais sustentáveis.

De acordo com o diretor comercial da Projelet Ecom, Bruno Marciano, a economia de água é um dos pilares de uma construção responsável, junto com o uso racional da energia e destinação de resíduos. A Projelet Ecom, sediada na região Centro-Sul, é especializada em sistemas prediais, o que inclui o sistema hidráulico.

“O básico que se pode usar são os dispositivos redutores de consumo, como bacias acopladas e torneiras com controle de vazão. É possível fazer projetos mais completos, de acordo com as características de cada empreendimento, com a reutilização de água e uso das águas pluviais. A engenharia faz um esforço grande, por meio das empresas sérias, para que haja uma redução do consumo, mas isso ainda é pouco diante do que é gasto principalmente pela agropecuária”, explica Marciano.

Dados do relatório do Ministério das Cidades mostram que no Brasil aproximadamente 41% de toda água tratada é desperdiçada. De acordo com os dados do Sistema Nacional de Informações Sobre Saneamento (Snis) em 2015, o índice nacional de perda de água na distribuição é de 36,7%. Em 2011, era de 38,8% - o que significa uma evolução muito lenta para diminuir o desperdício no país, de apenas 2,1 pontos percentuais em quatro anos.

Ainda assim, o engenheiro se mostra otimista. “Precisamos de uma expansão de consciência mais global. Devemos trabalhar com a perspectiva da escassez para garantir a abundância. Estamos caminhando para um mercado cada vez mais exigente. As construtoras já perceberam que ao apresentarem soluções sustentáveis agregam valor aos empreendimentos. Do outro lado, as soluções também têm ficado mais baratas e o retorno do investimento através da economia de recursos mais rápida”, destaca o diretor comercial da Projelet Ecom.

Sustentabilidade - Considerado um dos empreendimentos verdes mais importantes de Belo Horizonte, o Edifício Aureliano Chaves, sede da Fundação Forluminas de Seguridade Social (Forluz), no bairro de Lourdes, região Centro-Sul, foi inaugurado em 2014. Atualmente, o prédio abriga 1.600 colaboradores da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) e recebe cerca de 300 visitantes por dia.

Segundo a coordenadora de Projetos do Edifício Forluz, Marisa Costa Duarte Lanna, desde o início da construção, a Forluz recebe a visita de estudantes e profissionais interessados em aprender sobre construções sustentáveis. “Eles têm interesse em todos os sistemas que utilizamos, especialmente no que diz respeito à água. A ocupação do prédio começou recentemente e existe todo um trabalho de apresentação para quem o frequenta. O edifício faz parte de uma política maior da empresa que busca índices de responsabilidade e sabemos do papel que exercemos como exemplo para outras empresas”, destaca Marisa Lanna.

O Edifício Aureliano Chaves, foi a primeira obra em Minas Gerais a obter o selo Leadership in Energy and Environmental Design (LEED) Ouro. Com 30 pavimentos, possui ventilação noturna para resfriamento da estrutura, sistema de ar-condicionado de alta performance, controle automático de iluminação e sistema de aproveitamento da água da chuva, que reduz o consumo em 40%. Essas e outras inovações geraram também uma redução de 19% no gasto de energia comparado a construções similares. O projeto é da GPA&A, em parceria com a Trinia Arquitetura.

“Quando saímos na frente, passamos por um período de aprendizado. Do planejamento à execução houve uma fase de maturação dentro do próprio conceito de sustentabilidade. É preciso equalizar a relação da viabilidade econômica do projeto com o ganho real.

Optamos fazer a coleta da água de chuva somente do telhado e não incluímos a do jardim que vem muito suja com papel e bituca de cigarro, entre outras coisas. Isso seria oneroso para o projeto que já capta água suficiente do telhado”, exemplifica a coordenadora de Projetos do Edifício Forluz.

Esta notícia não é de autoria do Procel Info, sendo assim, os créditos e responsabilidades sobre o seu conteúdo são do veículo original, exceto no caso de notícias que tenham necessidade de transcrição ou tradução, visto que se trata de uma versão resumida pelo Procel Info. Para acessar a notícia em seu veículo original, clique aqui.
  
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