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25.11.16
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Sorocaba sedia evento para incentivar as energias renováveis
Fonte: Energia SP - 24.11.2016
São Paulo - A região de Sorocaba é atualmente uma das principais do Brasil para a produção de partes e peças para a indústria das energias renováveis.

Pensando nisso, um grupo formado pela Secretaria de Energia e Mineração, agências de fomento, empresas, instituições e universidades, liderado pelo deputado federal Vitor Lippi, realizou nesta quinta-feira, 24 de novembro, no Parque Tecnológico de Sorocaba, o primeiro workshop da região tecnológica de energias renováveis, que visa o desenvolvimento científico e a produção industrial de produtos e equipamentos do setor de renováveis.

“Somos o maior produtor de pás eólicas e temos uma presença marcante na solar, mas queremos ser um dos principais clusters do mundo em energias renováveis. Por isso, temos muito a debater neste workshop com pesquisadores e empresários para aproximar ainda mais a indústria da academia”, disse Lippi.

O trabalho do grupo é juntar os esforços e conhecimentos do setor acadêmico e produtivo, aliado ao fomento e à legislação do setor público para criar um ambiente favorável ao crescimento das energias renováveis no Estado de São Paulo, tanto na produção de partes, peças e produtos quanto na produção e geração dessas energias.

O secretário de Energia e Mineração, João Carlos Meirelles, destacou o trabalho realizado pelo Governo do Estado e pela prefeitura de Sorocaba voltados para a estruturação de um ambiente voltado à inovação. “Estamos incentivando a muitos anos os Parques Tecnológicos e o Parque de Sorocaba é um exemplo de sucesso. Aqui temos a produção de pesquisa aplicada. A energia renovável é um dos focos do parque e o ambiente ideal para a discussão desse workshop, que coloca em contato a ciência e o empreendedorismo”, afirmou.

O vice-governador e secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação, Marcio França, destacou a importância da produção científica e das empresas terem incentivo e previsibilidade. “Um país só tem futuro e estabilidade com ciência e tecnologia. Mas o empreendedor precisa de garantia jurídica e estabilidade política para investir e se sentir motivado a inovar”, destacou.

A empresa Flex é um dos exemplos da região. Está criando na sua planta em Sorocaba uma fábrica para produção de painéis fotovoltaicos.

O grupo foi formado em abril deste ano e conta com grupos técnicos para estudar tecnologias, cadeia produtiva, aspectos legais e regulatórios, interface comercial e a logística de escoamento da produção de itens relativos ao setor de renováveis.

O workshop é realizado nesta quinta e sexta-feira e irá discutir soluções para o setor.

O grupo de trabalho conta com a participação de representantes da Flex, Tecsis, ABB, Johnson Controls, Prysmian, Facens, Gás Natural Fenosa, Unesp, Fapesp, Ciesp, Ufscar, Investe SP, Desenvolve SP, Inova, Parque Tecnológico de Sorocaba e a Subsecretaria de Energias Renováveis da Secretaria de Energia e Mineração.

Incentivo ao setor

Em agosto de 2015, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, publicou dois decretos que incentivam a produção de energia elétrica por micro e minigeradores e de peças para os setores de energia solar e eólica.

O decreto nº 61.439/2015 concede isenção de ICMS sobre a energia elétrica fornecida para microgeradores e minigeradores na quantidade correspondente à energia elétrica injetada na rede de distribuição. Já o decreto nº 61.440/2015, concede isenção de ICMS para a produção de equipamentos destinados a geração de energia eólica e solarimétrica. A medida isenta o ICMS das partes e peças de aerogeradores, geradores fotovoltaicos e torres para suporte de energia eólica.

Também estão contemplados pela medida os conversores de frequência de 1.600 kVA e 620 volts; fio retangular de cobre esmaltado de 10 por 3,55 milímetros e barra de cobre 9,4 por 3,5 milímetros.

São Paulo e as energias renováveis

São Paulo vem ampliando sua importância na geração de energia fotovoltaica. A primeira usina do Estado é a de Tanquinho, no município de Campinas, com potência de 1.082 kWp e capacidade de gerar 1,6 GWh por ano. Essa energia é suficiente para suprir cerca de 1.300 residências com consumo de 100 kWh/mês cada. A segunda usina fotovoltaica está na Cidade Universitária da USP, na capital paulista.

O Estado também conta com empreendimentos que estão sendo instalados em Dracena e Guaimbê com potência de 270 MWp e da Cesp, em Rosana, com potência de 550 kW. Existem ainda em São Paulo, conectados ao sistema, 111 empreendimentos de micro e mini geração distribuída.

Esta notícia não é de autoria do Procel Info, sendo assim, os créditos e responsabilidades sobre o seu conteúdo são do veículo original, exceto no caso de notícias que tenham necessidade de transcrição ou tradução, visto que se trata de uma versão resumida pelo Procel Info. Para acessar a notícia em seu veículo original, clique aqui.
  
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