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18.01.17
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Oferecer serviços com GD tem se tornado cada vez mais comum
Fonte: Canal Energia - 16.01.2017
São Paulo - A Green Yellow, empresa de eficiência energética e geração distribuída do grupo francês Casino inaugurou recentemente seu primeiro projeto de GD no país. A Clean Energy Latin America (Cela) foi a consultoria responsável pode desenvolvimento do modelo de negócios para essa modalidade de projetos. E esse é apenas um exemplo de como este segmento começou a atrair empresas, além dessa, a Cela já atua com outras companhias nesse mesmo sentido, inclusive com concessionárias de distribuição que estão procurando se antecipar a essa tendência de crescimento no mercado nacional. De acordo com Camila Ramos, diretora da Cela, a resolução Aneel nº. 687, que é o aprimoramento da 482/2012 proporcionou esse verdadeiro boom em termos de demanda por sistemas de micro e minigeração distribuída. Em sua avaliação, o aprimoramento das regras permitiu que as empresas olhassem esse negócio como uma potencial fonte de receita. O cliente tem como objeto final ver a conta de energia mais baixa do que pagava quando somente conectada à rede de distribuição e para isso, contou ela, há uma grande equação que precisa ser avaliada para se chegar a um resultado que normalmente, leva o retorno do investimento a um período que pode levar de quatro a nove anos.

“Se considerarmos que um sistema dura 25 anos, vemos que o benefício ao consumidor pode ser duradouro”, comentou. “Mas, é preciso lembrar que há diversas variáveis que precisam ser avaliadas em um projeto, nem todos os pequenos sistemas são inviáveis e nem todos os grandes são viáveis. O que podemos dizer é que o foco dos sistemas de geração distribuída está no consumidor de baixa tensão, onde a tarifa é mais elevada”, acrescentou.

Dentre essas variáveis citadas estão, naturalmente, a tarifa de energia na localidade, os fatores de irradiação no local, as características do projeto, demanda desse consumidor, e outros aspectos como se o estado aderiu ao convênio Confaz que reduz o ICMS ou não. E aqui, cabe uma ressalva, a de que esse convênio só vale para as regras que estão sob a 482/2012 e não para a 687 que é mais recente. “A questão do ICMS que faz parte desse convênio só vale para a 482, não foi atualizado ainda mas a indústria solar está em busca dessa ampliação do acordo”, comentou Camila à Agência CanalEnergia.

O trabalho da Cela, contou a executiva, passa pela assessoria financeira no desenvolvimento de um modelo de negócios para o cliente, que no caso foi a Green Yellow, onde fazem a avaliação econômica para verificar qual é a viabilidade do projeto, inclusive, com a oferta financiada, ou seja, pela facilidade em obtenção de crédito para empresas maiores a GD é pode chegar ao cliente final já com as linhas de financiamento, dispensando o consumidor de ter que buscar esses recursos. Isso porque as empresas solares já possuem know-how e escala para captar recursos junto ao mercado financeiro para financiamento desses projetos. No caso do Assaí e da Green Yellow, o atacadista para um aluguel pelo sistema instalado e fica com o beneficio da redução da conta de energia naquela loja.

“O que a gente ainda tem em termos de gargalos é o financiamento, temos ajudado empresas a desenvolver essa solução financiada no mercado porque para o cliente final não existem tantas linhas disponíveis”, comentou a executiva da Cela. “Aliás foi esse modelo que ajudou a viabilizar projetos nos Estados Unidos e da Solar City”, lembrou.

E a tendência é de que esse modelo possa ser replicado em diversas situações, ainda mais porque os custos da solar fotovoltaica tendem a apresentar redução de custos. Historicamente, lembrou Camila, desde 2009 os preços dos módulos fotovoltaicos já recuaram cerca de 80%. Cada vez que a capacidade instalada desses equipamentos dobra no mundo seu custo cai em cerca de 20% devido à escala e melhorias de performance e tecnologia mais eficiente. Esse também, um aspecto que tende a se aprimorar mais expressivamente quando comparado a outras tecnologias que estão mais maduras em todo o mundo. E, segundo estimativas da Associação Internacional de Energias Renováveis (Irena) até 2025 deverá recuar ao patamar médio de US$ 0,05/kWh. Já a Bloomberg aponta queda de 60% até 2040.

Esta notícia não é de autoria do Procel Info, sendo assim, os créditos e responsabilidades sobre o seu conteúdo são do veículo original, exceto no caso de notícias que tenham necessidade de transcrição ou tradução, visto que se trata de uma versão resumida pelo Procel Info. Para acessar a notícia em seu veículo original, clique aqui.
  
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